À conquista do Castelo de Algoso
Venha percorrer os antigos caminhos que ligam Atenor a Algoso com a companhia dos burros de Miranda, uma raça autóctone desta região e em vias de extinção.
Aproveite ainda para conhecer o Centro de Recria do Burro de Miranda, em Atenor, visitar uma exposição sobre a raça e antigos usos, e ainda, dependendo da época do ano, acarinhar pequenos burricos nascidos ali.
Duração: 2 dias
Número de pessoas: nº mínimo de participantes - 6 adultos (para números inferiores terá de ocorrer adaptação do preço)
Ponto de partida: Atenor
Ponto de chegada: Valcerto
Dificuldade: Médio (alguns desníveis consideráveis para ultrapassar os pequenos vales). Sempre por caminhos.
Distância: 29 km
Burros: 1 burro/2-3 pessoas
Motivos de interesse: paisagem, cultura, património, fauna, flora
Observações: aconselhável levar binóculos
Preço:
Burriqueiro Familiar - 210 €/pessoa
Burriqueiro Campista – 140 €/pessoa
Burriqueiro Aventura – 85 €/pessoa
Dia 0
Chegada e instalação dos participantes.
Dia 1
Desde a aldeia de Atenor, partiremos numa grande aventura tendo como companheiros de viagem alguns exemplares de Burros de Miranda. Passaremos por montes e vales verdejantes, seguindo por caminhos utilizados pelas pessoas locais desde há muitos anos, até atingirmos Vale de Algoso.
Logo um pouco após a saída de Atenor, vislumbraremos o Castelo de Algoso ao longe, espreitando por entre montes salpicados de campos e pombais tradicionais. Passaremos ao lado de Teixeira e seguiremos em fila indiana por um velho carreirão outrora utilizado para chegar de forma mais rápida até Mora (a aldeia vizinha). O carreirão acompanha o Ribeiro do Prado, até atingirmos a Ribeira das Tortulhas. Dependendo da época do ano atravessá-la poderá ser uma aventura!

Deparamo-nos depois com uma subida em zig-zag até Mora onde faremos uma paragem para a merenda e um descanso. Aproveitamos para conviver um pouco com os habitantes da aldeia, fiéis representantes da amabilidade e simpatia transmontana.
O caminho até Uva é curto e sem grandes dificuldades. Logo depois de alguns minutos de caminho, poderemos observar a aldeia dos pombais. Após passarmos as eiras, local onde anteriormente o cereal era trilhado e separado, entraremos na povoação onde tentaremos visitar um dos seus muitos pombais tradicionais.
Seguiremos o antigo caminho até Vale de Algoso, durante o qual atravessaremos o Rio Angueira através de um açude, junto às ruínas de um antigo moinho de água. Após a última subida da jornada, atingiremos Vale de Algoso, aldeia onde as casas antigas de pedra ainda predominam, onde se situa o Turismo Rural - Casa dos Pimentéis. A boa hospitalidade de quem aí mora tornará a sua estadia muito agradável.
Dia 2
Partiremos de Vale de Algoso em direcção a Algoso, por entre caminhos inicialmente rodeados de hortas e mais à frente de matos mediterrânicos, olivais e amendoais. Em tempo de amendoeiras em flor deparamo-nos com uma visão deslumbrante de encostas cobertas de branco com o castelo de Algoso ao fundo.
Após uma visita aos pontos mais emblemáticos da aldeia, subiremos até ao Castelo para usufruirmos de uma ampla vista sobre todo o planalto.

O Castelo situa-se no cimo de uma imponente escarpa sobre o rio Angueira, de onde podem ser observadas águias e abutres.

Passados os momentos de contemplação, seguiremos encosta abaixo até à antiga Ponte Medieval sobre o rio Angueira onde desfrutaremos de um almoço campestre numa das margens, onde poderemos observar cágados, melros-d’água e guarda-rios.

Já da parte da tarde, subiremos até à aldeia de Valcerto através de um caminho em ziguezague que se desenvolve por um bosque de sobreiros centenários.

Sempre com a imagem do Castelo de Algoso como companhia, agora desde uma outra perspectiva, chegaremos a Valcerto onde seremos recebidos pelos seus habitantes, e sempre que possível pelas Pauliteiras de Valcerto.

Contactos: burranco@gmail.com ou 960173863/914093724
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À descoberta do último rio selvagem
O rio Sabor é um dos últimos rios ibéricos sem barragens. Este factor, associado à elevada diversidade biológica e muito baixa perturbação humana em toda a sua bacia, levou à sua classificação como um dos últimos rios naturais de Portugal. Sobre ele paira a ameaça de construção de uma grande barragem que iria destruir irreversivelmente um património único e de todos nós.
Com este passeio poderá conhecer alguns dos mais extensos e bem conservados azinhais e sobreirais do Nordeste do país, a vegetação do leito de cheia outrora comum à maior parte dos rios e outros habitats incluídos na Rede Natura 2000.
Poderá também acompanhar o voo de várias espécies rupícolas ameaçadas, tal como a águia de Bonelli, a águia-real, o abutre do Egipto e a cegonha-preta, e maravilhar-se com as belas paisagens de um rio, ainda, livre. Embora difíceis de observar, existem numerosas espécies de mamíferos presentes neste vale, e que nos poderão sempre surpreender – lontra, toupeira-de-água, gato-bravo, fuinha, gineta, doninha, javali, corço e lobo, entre outros.
À semelhança do vale do Côa, também aqui poderemos encontrar gravuras rupestres, algumas delas datadas do Paleolítico.
Dependendo da época do ano, poderá ainda usufruir de uma agradável banhoca nas águas do Sabor.
Duração: 2 dias
Número de pessoas: nº mínimo de participantes - 6 adultos (para números inferiores terá de ocorrer adaptação do preço)
Ponto de partida: Sampaio
Ponto de chegada: Ponte de Remondes
Dificuldade: Médio. Sempre por caminhos.
Distância: km
Burros: 1 burro/2-3 pessoas
Motivos de interesse: paisagem, fauna, flora, habitats
Observações: aconselhável levar binóculos
Preço:
Burriqueiro Familiar - 210 €/pessoa
Burriqueiro Campista – 140 €/pessoa
Burriqueiro Aventura – 85 €/pessoa
Para marcações: burranco@gmail.com ou 960173863/914093724
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