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Até sempre, Dom Quixote
Há despedidas que deixam um silêncio diferente.
É com profunda tristeza que partilhamos que o Dom Quixote nos deixou, aos 18 anos.
Nos últimos meses, acompanhámos de perto o seu estado de saúde. Em junho, começaram a surgir sinais de perda de coordenação nos membros posteriores, associados a um problema neurológico na região lombar, de causa desconhecida. Apesar do acompanhamento veterinário regular, dos exames e dos tratamentos destinados a controlar os sintomas e a aliviar a dor, a sua condição agravou-se progressivamente durante o mês de agosto. As quedas tornaram-se frequentes e o Dom Quixote deixou de conseguir levantar-se sozinho. Quando os tratamentos deixaram de ser eficazes e a sua qualidade de vida ficou irremediavelmente comprometida, e depois de esgotadas as alternativas possíveis, foi tomada a difícil decisão de realizar a sua eutanásia humanitária, para que não fosse prolongado o seu sofrimento.
O Dom Quixote merece ser lembrado por todos os caminhos que percorreu. Durante 18 anos, foi uma presença constante no Centro de Valorização do Burro de Miranda. Foi um Burro de Miranda carinhoso e atento, entusiasta por receber afetos e capaz de criar fortes ligações com quem dele se aproximava.
Guiou-nos muitas vezes pelos caminhos do Planalto Mirandês. Ao seu lado, aprendemos a olhar para este território com mais atenção, mais curiosidade e mais tempo. Com ele, aprendemos a caminhar mais devagar, e a descobrir a beleza da natureza que nos rodeia.
Talvez seja esse o seu maior legado.
O Centro ficou um bocadinho mais vazio. E nós ficámos com muita saudade.
Apesar disso, acreditamos que o Dom Quixote continuará a sua caminhada nos nossos corações, num passo vagaroso e contemplativo, como sempre foi o seu.
É com profunda tristeza que partilhamos que o Dom Quixote nos deixou, aos 18 anos.
Nos últimos meses, acompanhámos de perto o seu estado de saúde. Em junho, começaram a surgir sinais de perda de coordenação nos membros posteriores, associados a um problema neurológico na região lombar, de causa desconhecida. Apesar do acompanhamento veterinário regular, dos exames e dos tratamentos destinados a controlar os sintomas e a aliviar a dor, a sua condição agravou-se progressivamente durante o mês de agosto. As quedas tornaram-se frequentes e o Dom Quixote deixou de conseguir levantar-se sozinho. Quando os tratamentos deixaram de ser eficazes e a sua qualidade de vida ficou irremediavelmente comprometida, e depois de esgotadas as alternativas possíveis, foi tomada a difícil decisão de realizar a sua eutanásia humanitária, para que não fosse prolongado o seu sofrimento.
O Dom Quixote merece ser lembrado por todos os caminhos que percorreu. Durante 18 anos, foi uma presença constante no Centro de Valorização do Burro de Miranda. Foi um Burro de Miranda carinhoso e atento, entusiasta por receber afetos e capaz de criar fortes ligações com quem dele se aproximava.
Guiou-nos muitas vezes pelos caminhos do Planalto Mirandês. Ao seu lado, aprendemos a olhar para este território com mais atenção, mais curiosidade e mais tempo. Com ele, aprendemos a caminhar mais devagar, e a descobrir a beleza da natureza que nos rodeia.
Talvez seja esse o seu maior legado.
O Centro ficou um bocadinho mais vazio. E nós ficámos com muita saudade.
Apesar disso, acreditamos que o Dom Quixote continuará a sua caminhada nos nossos corações, num passo vagaroso e contemplativo, como sempre foi o seu.


